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Pesquisa e Extensão

Curso de Bioinformática realiza parceria em projeto de pesquisa com a UFMG

Curso de Bioinformática realiza parceria em projeto de pesquisa com a UFMG
O curso de Bioinformática do Centro Universitário Izabela Hendrix iniciou, neste semestre, parceria científica com uma das maiores pesquisadoras da área da Fisiologia Cardiovascular do Brasil, a professora doutora Silvia Guatimosim.
 
A celebração dessa parceria visa trazer benefícios à sociedade e desenvolvimento científico de qualidade, bem como desenvolver projetos relacionados ao estudo da Fisiologia Cardíaca e processos patológicos in sílico e validação a partir de ensaios biológicos in vivo e in vitro.
 
Os discentes Sávio Lúcio dos Santos, do curso de Bioinformática, e Samara Gomes, do curso de Ciências Biológicas, serão os colaboradores do projeto. Além destes, Letícia Xavier S. Cantão, egressa do curso de Ciências Biológicas, e o doutorando Itamar Guedes de Jesus, orientando da Drª Silvia Guatimosim, também participarão da pesquisa.
 
Saiba mais sobre a professora doutora Silvia Guatimosim:
Coordenadora do Laboratório de Sinalização celular do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Minas Gerais. Acesse o currículo lattes da professora. 

Curso de Bioinformática realiza parceria em projeto de pesquisa com a UFMG

 

 

Alunos do curso de Bioinformática realizam projeto de compilação de dados da doença de Huntington

Alunos do curso de Bioinformática realizam projeto de compilação de dados da doença de Huntington
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Os alunos do primeiro período do curso de Bioinformática do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix realizaram o projeto integrador junto à coordenadora do curso Fabiana Alves. O objetivo do projeto é associar os conhecimentos teórico-práticos adquiridos ao longo do semestre, reforçando a interdisciplinaridade e o trabalho em grupo.

Uma parceria entre o Izabela e a University of California - Santa Cruz, permitiu que os estudantes analisassem mais de 55 mil transcriptomas da doença de Huntington, uma deficiência herdada geneticamente que ataca o sistema nervoso central. Os dados foram cedidos pelo professor Gepoliano, do Department of Biomolecular Engineering.

A professora Fabiana Alves reforçou a relevância desse tipo de projeto para a área da Bioinformática. “Mostra como a Bioinformática consegue compilar rapidamente tantos dados e de tamanha importância”, comentou.

O trabalho teve início no primeiro semestre de 2018 e os estudantes irão continuar as análises de transcriptomas no próximo semestre. A ideia é firmar uma parceria duradoura com a University of California para que os futuros alunos também possam aproveitar a oportunidade. “O nosso objetivo é entregar ao mercado de trabalho profissionais qualificados”, disse a coordenadora.

Ana Beatriz Froncks, aluna de Bioinformática, mostrou-se satisfeita por ter participado do projeto. “Realizar o Projeto Integrador deste período foi, sobretudo, esclarecedor. Digo isso tanto em relação ao curso quanto ao futuro, pois foi o momento em que, mais do que nunca, eu tive certeza de estar no lugar certo”, contou.

A estudante ainda elogiou a atuação da professora. “A professora Fabiana foi parte fundamental do trabalho e tornou o projeto viável. Durante todo o processo, ela se dispôs a nos ajudar no que fosse preciso e, ao fim, nos ensinou a melhor forma de entender o que realizamos”, informou.

Larissa Fernandes, também aluna do curso, comentou sobre a experiência de fazer parte de um projeto como esse. “Ao contribuir para uma pesquisa científica relacionada à Bioinformática pude entender os caminhos que nos fazem avançar de forma ágil  na tentativa de soluções para tratamento  das doenças e o quanto precisamos da tecnologia para facilitar o nosso trabalho”, afirmou. 

O Izabela Hendrix é pioneiro na graduação de Bioinformática no Brasil e projetos como esse mostram a excelência do ensino na instituição que se preocupa com a formação do aluno desde o começo do curso.

Doença de Huntington
A doença de Huntington é uma enfermidade neurodegenerativa rara. Isso quer dizer que os neurônios, células do sistema nervoso, são progressivamente destruídos irreversivelmente. Trata-se de uma deficiência genética e seus primeiros sintomas costumam aparecer entre os 30 e 50 anos, porém podem surgir em qualquer idade. Esta condição é capaz de causar problemas cognitivos, emocionais e motores, além de problemas de humor. A doença não tem cura, apenas tratamento para aliviar os sintomas.

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