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Pesquisa e Iniciação Científica

A pesquisa no Izabela Hendrix é entendida tanto em seu sentido stricto como lato, ou seja, no dizer de DEMO (1995): como um princípio científico e educativo. Assim é entendida como busca, indagação de respostas aos problemas que a realidade impõe ao cotidiano acadêmico, e como dever de ofício, dever dos(as) que se dedicam a fazer da docência, mais do que o exercício de uma profissão regulamentada, por estar comprometido com o devir de realidades, que se sente na obrigação de contribuir para modificá-las, alterá-las, pelo fazer diário. 

Ser docente-pesquisador(a) é buscar respostas para as demandas que o alunado e as comunidades do entorno institucional apresentam; é sentir-se desafiado a criar alternativas que apontem outras construções possíveis ao que a realidade apresenta; é sentir-se instigado pelo cotidiano e ser um(a) instigador(a), incitando o alunado a acompanhá-lo(a) nessa travessia criadora e, por vezes, transgressora. É não aceitar o óbvio como um dado pronto e acabado, mas estar atento às oportunidades de fazer diferença em seu local de trabalho e em sua comunidade. É estar compromissado com uma educação dialógica e emancipadora, rica em oportunidades para se fazer diferente, tão necessário às nossas comunidades e a este país continente, pleno de desafios sociais.

Por isso, integrada ao ensino e à extensão, a pesquisa é aqui pensada como forma de proporcionar e orientar o desenvolvimento institucional, propiciando interfaces com as questões sociais, norte de intervenção e responsabilidade social do Izabela Hendrix. Implantada em todos os cursos, como parte do processo de se aprender permanentemente, e associada à extensão, a pesquisa é considerada um dos pilares da educação de qualidade e o principal motor incentivador da qualificação docente e discente.

A pesquisa como princípio formativo e epistemológico, eixo da organização e desenvolvimento curricular em ambiente universitário poderá garantir condições para uma efetiva contribuição cidadã ao corpo discente, como sujeito aprendente, no contexto de seu ingresso no espaço social de produção e reprodução de conhecimento em que se estabelecer. A política atual de pesquisa e iniciação científica orienta-se pela busca de sua institucionalização, como uma das formas para se consolidar este Centro Universitário, em sua trajetória de transformar-se em Universidade.

As atividades de pesquisa do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix estão vinculadas à Pró-Reitoria Acadêmica (Proacad), e são coordenadas por meio das ações dos(as) Coordenadores(as) de Cursos, dentro da estrutura e compreensão de que é no curso que deve nascer e articular-se toda a vida acadêmica. O apoio à pesquisa faz parte da Equipe de Apoio Pedagógico da Proacad, que com ela contribui no seu papel de responder pela articulação dessa dimensão acadêmica. Assim ajuda na articulação da Pró-Reitoria Acadêmica
com o trabalho das coordenações de cursos, interage com os corpos docente e discente, com outras instituições congêneres e organismos voltados para a pesquisa, construindo e atualizando, implementando, acompanhando e avaliando as políticas da área. A instituição conta ainda com um Comitê de Ética, com suas funções próprias delineadas e aprovadas pelo CONSUN.

Em seus esforços para implementar e estimular a realização de atividades de pesquisa o Centro Universitário adota as seguintes práticas institucionais:

  • apoio institucional à realização das atividades de pesquisa, englobando aporte financeiro, humano, físico e tecnológico;
  • busca de novas fontes de recursos financeiros para auxílio à iniciação científica e à pesquisa, como meio de potencializá-las;
  • auxílio à qualificação dos docentes perseguindo a meta de se ter um corpo de profissionais formado por mestres e doutores;
  • busca da consolidação do PIEPE – Programa de Incentivo ao Ensino, á Pesquisa e à Extensão;
  • orientações para a escolha e seleção da temática dos trabalhos de pesquisa e extensão em sintonia com as necessidades e demandas da sociedade do entorno dos campi, expressas nas Linhas Curriculares Institucionais;
  • promoção de intercâmbio com instituições científicas, nacionais e estrangeiras, visando desenvolver projetos conjuntos e troca de experiências com outros(as) pesquisadores(as);
  • ampliação e consolidação da busca de parcerias com vistas a desenvolver atividades de pesquisa;
  • incentivos à divulgação e publicação dos resultados científicos dos seus estudos e pesquisas;
  • estabelecimento de projetos que atendam as Linhas Curriculares Institucionais (LCIs) e que ensejem pesquisas estimuladoras da transdisciplinaridade e da integração entre cursos e áreas de saber;
  • fomento de pesquisas voltadas ao atendimento da demanda social;
  • articulação da elaboração dos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC), de graduação e pós-graduação lato sensu às LCI’s, coletivamente estabelecidas.

 

A institucionalização da pesquisa e da iniciação científica contribui para o desenvolvimento de formas de pensamento que asseguram aos(às) acadêmicos(as) maior clareza em seus modos de pensar e ver o mundo, com poder crítico, construtivo e independente. Em todas as suas dimensões e modalidades, promove a melhoria da qualificação do corpo docente e discente, e em menor grau, a do corpo técnico-administrativo, constituindo-se como elemento de ampliação e aprofundamento dos conhecimentos desenvolvidos em sala de aula.

Enriquecem a estrutura curricular, os conteúdos programáticos e contribuem para a realização de consultorias/assessorias às empresas e organismos da região, para a organização e oferta de cursos abertos, palestras, seminários, capacitações profissionais, entre outros. As atividades de pesquisa ajudam a fixar o alunado ao curso, aproximando-o da realidade científica da profissão. Este envolvimento contribui com a tríade: ensino, pesquisa e extensão, indispensável na formação de profissionais competentes e envolvidos com as questões sociais e científicas inerentes às diversas profissões.

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