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Apresentação

por Thiago Tamošauskas publicado 28/10/2015 10h53, última modificação 25/04/2018 18h05

Centro Universitário em busca de um mundo melhor
Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária forma profissionais capacitados para elaborar projetos ambientais e sanitários

O Brasil precisa retomar o crescimento econômico de forma sustentável. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há uma previsão de aumento de mais de 40 milhões de novos brasileiros nas próximas três décadas. Com este crescimento, serão necessárias novas ampliações de infra-estrutura, o ordenamento da ocupação e uso dos espaços terrestres e das águas, o acompanhamento e o monitoramento das mudanças climáticas, e dos demais fatores que causam a poluição e o impacto ambiental no ecossistema. Entre estes fatores, podemos citar a poluição das radiações eletromagnéticas, poluição do solo, das águas e do ar, exigindo desta forma um trabalho que depende muito das engenharias, principalmente da Engenharia Moderna, responsável pelas questões ambientais, sanitárias, de saúde, de segurança ambiental e, também, pela criação de novas tecnologias como alternativas de prevenção da poluição.

A crescente demanda do mercado de trabalho exige profissionais cada vez mais capacitados, possuindo um conjunto de competências, traduzidas em conhecimentos, habilidades e atitudes, que os capacite a exercer de forma íntegra a sua profissão. Este profissional deverá possuir também conhecimentos gerenciais, administrativos, sociais e capacidade de dominar novos conhecimentos técnicos e aplicá-los em prol da saúde humana e da saúde ambiental, garantindo uma melhor qualidade de vida para a população.

Um novo modelo de desenvolvimento econômico mundial, no qual o impacto humano sobre o meio ambiente seja minimizado, buscando alternativas ambientais e sanitárias sustentáveis e viáveis, tem levado os sistemas de produção a buscar um equilíbrio entre a utilização de recursos naturais renováveis e a preservação do meio ambiente urbano e rural. Nessa abordagem, é preciso conhecer as interações entre os sistemas ambientais e a vida humana, isto é, o conhecimento das ciências naturais, visando mensurar a amplitude do impacto humano sobre o sistema ambiental, ecológico e social.

Aliado a isso, a preocupação com a escassez da água, com o destino do lixo tóxico e com a poluição atmosférica fez surgir uma nova profissão.

Nesse contexto, o profissional da Engenharia Ambiental e Sanitária do Centro Universitário Metodista de Minas será um profissional capaz de elaborar projetos ambientais e sanitários, calcados no paradigma ecológico e não na avaliação de riscos, pois o paradigma ecológico reconhece os limites da ciência: Epidemiologia e Ecologia, que fornecem importantes chaves sobre a natureza, mas nunca podem predizer completamente ou diagnosticar os impactos das atividades nocivas.A resposta apropriada a esta inevitável incerteza científica é evitar práticas que tenham o potencial de causar dano, mesmo nos casos em que não tenhamos prova científica de dano. Necessitamos suplementar o Princípio da Precaução com três princípios adicionais, a saber: Descarga mínima, produção limpa, ônus reverso. Juntas, estas idéias constituem um novo “paradigma ecológico” para proteger o meio ambiente e a saúde humana.

Confira a infraestrutura do Izabela Hendrix: