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Egresso de Engenharia Ambiental e Sanitária é indicado ao prêmio da Agência Nacional de Águas

Projeto participou na categoria "Pesquisa e Inovação Tecnológica"
Egresso de Engenharia Ambiental e Sanitária é indicado ao prêmio da Agência Nacional de Águas

Desde 2006, a Agência Nacional de Águas (ANA) promove o Prêmio ANA, um reconhecimento aos profissionais do setor de recursos hídricos, que prestigia boas práticas que visam ao desenvolvimento sustentável. No Prêmio de 2017, um estudante do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix teve seu projeto “Ar Bike – Despoluição a Partir de Pedaladas” indicado à categoria “Pesquisa e Inovação Tecnológica”.

Apaixonado pela área ambiental desde os tempos de colégio, Witan Pereira Silva se dedicou com afinco durante os anos de graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária à expansão de suas capacidades e à busca de soluções. "Participei e desenvolvi vários projetos em comunidades carentes e parcerias com movimentos sociais. Participei de várias audiências públicas, conferências e simpósios nacionais e internacionais”, relata.

O projeto indicado ao Prêmio foi desenvolvido como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e Silva explica que “consiste em um dispositivo de despoluição que acelera o processo natural de autodepuração em rios e lagos”. Segundo o profissional, a ideia foi se formando durante a participação de projetos de extensão em que os estudantes realizavam diagnósticos de bacias hidrográficas e recuperação de áreas degradadas às margens do Ribeirão da Onça. “A partir desse background, consolidei meu conhecimento na área e defini a Lagoa da Pampulha como área para uma possível implantação do protótipo”. Apesar de não ter recebido o Prêmio, Silva ressalta que sua participação foi fundamental para dar continuidade ao projeto e segue em fase de negociação com investidores. 

Internacionalização 

Além dos projetos de extensão contribuírem com a formação do egresso, o intercâmbio na Alemanha abriu um leque de possibilidades profissionais. “Foi um período muito rico e singular na minha vida e carreira. Foram 18 meses morando na Alemanha e lá pude conhecer muito da cultura, tecnologia e soluções ambientais. Também conheci vários estudantes de diversas regiões do Brasil, isso possibilitou a criação de uma rede multidisciplinar e um conhecimento mais amplificado da diversidade do Brasil”, conta.

Com a realização de um estágio com um grupo de pesquisa na área de tratamento de resíduos e efluentes, o conhecimento sobre fontes renováveis de energia foi fortalecido e rendeu a publicação de um artigo na revista internacional Bioresource Technology. Confira o artigo aqui

A coordenadora do curso, Elizabeth Ibrahim, destaca o empenho do estudante ao longo de toda a graduação: “Foi um aluno singular. Fez Ciência sem Fronteiras, sempre estudou muito e se envolve nas questões ambientais. Já está atuando na área e faz parte do Jovens Profissionais do Saneamento da Associação Brasileira de Engenharia Ambiental e Sanitária de Minas Gerais”.

“O curso de Engenharia Ambiental e Sanitária foi um divisor de águas na minha vida. Fui bolsista do Prouni e a possibilidade de me dedicar aos estágios e projetos de extensão favoreceu muito minha formação. Conheci pessoas maravilhosas, tive mestres incríveis - dos quais me orgulho muito em ter sido aluno - e pude viajar para mais de 11 países durante o intercâmbio, além, é claro, de estudar em universidades com mais de 600 anos de história”, relata.